Em casa, escrevendo sobre São Paulo

By maripimenta

Praticamente imendamos a viagem de Brasília para São Paulo. Chegamos de Brasília na segunda a noite e fomos para Sampa na sexta à tarde. Estrada cheia, calor, chuva e, ao chegar, esperava por nós um trânsito caótico na marginal tietê. Felizmente, também esperava por nós um lanche no melhor estilo casa do vô, na residência do nosso companheiro de Fiz+ CarlosCarlos. Conheci o quartinho onde é gravado o seu programa, o Bola e Arte e finalmente nos reconhecemos, sim, no sentido de conhecer de novo.

Cansados, fomos embora em busca de descanso e o que encontramos? Festa! Bar do Zé, Simão X Cardeal, Wolf, catuaba na panela, Boquinha, Patão, festa de halloween, astronete, augusta, pessoas legais e outras estranhas, luxuxu, mariserena, lu. Quanta informação para duas cabeças cansadas! Mas nos divertimos, dançamos, rimos, comemos pizza com a Lud e sua primeira vez. Há quanto tempo não me divertia assim. Há quanto tempo não conhecia pessoas com quem me identificasse assim, em poucas palavras. E logo em São Paulo, que dizem ser uma cidade de pessoas frias, encontramos pessoas tão receptivas. Ok, a maioria dessas pessoas não são paulistanas de nascimento e sim de escolha.

Cada vez mais, São Paulo deixa de ser uma terra de horizonte retangular de prédio, sem estrelas e lua, para se tornar um lugar onde encontro amigos queridos. Nessa lista, já figura a Sam há algum tempo, que mais uma vez abriu as portas da sua casa pra nossa bagunça de fios e edições. E desta vez, ela ainda me apresentou a Giselle, colega de profissão, boa pessoa, amiga nova.

Por falar em novos amigos, não posso me esquecer da Patão, que nos recebeu em seu apê (super aconchegante) em uma pré que acabou virando uma festa de pessoas que não eram de São Paulo. Boquinha, mineiro, butequeiro (claro) e ótimo cozinheiro. Mari Serena, simplesmente linda e meiga. Lu, genial. Constança, sincera e inteligente. Paulinha, finalmente alguém que entende o lugar do jornalista na organização da galáxia. Aninha, triatleta que ainda irá para o Mundo Urbano. Greg, Cabelo e Clebão (pai do Samir), companheiros de conversas de almoço. Posso ter esquecido de alguém, já estou há quase 20h trabalhando direto, por isso peço um desconto.

E, claro, Wolf e Renata, incríveis! Amigos que quero ter do meu lado pra sempre.

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Uma resposta para “Em casa, escrevendo sobre São Paulo”

  1. Marina (a Serena e maçãzinha) Disse:

    Pimentinha, você é uma amiga que de tão pouco tempo já parece tanto!

    Uma amizade que vai num jeito, num olhar, num riso e numa química inexplicável.

    Sim, pode contar que essa amizade é daí pra frente e never ends.

    Um beijo no pedacinho do coração que vocês levaram de mim pra junto de BH.

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